GDPR: a nova lei cibernética que pode afetar todo o mundo

GDPR: a nova lei cibernética que pode afetar todo o mundo inclusive o Brasil.

 

A GDPR é uma nova lei europeia que entrará em vigor nos próximos dias. Ao reforçar as proteções de dados dos cidadãos da Europa, todas as empresas de pequeno, médio e grande porte terão que investir em cibersegurança. E não são apenas empresas locais: companhias de todo o mundo que têm negócios com a Europa precisarão se adequar. Ou seja, a mudança é global.

De acordo com a União Europeia, o Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia (RGPD ou GDPR) substitui a Diretiva de Proteção de Dados e serve “para harmonizar as leis de dados privados por toda a Europa, para proteger e empoderar a privacidade de todos os cidadãos, além de reorganizar a maneira como companhias lidam com dados privados”.

Entrando em vigor no dia 25 de maio de 2018, as empresas locais ou internacionais com negócios na Europa que não cumprirem as novas diretrizes poderão receber multas pesadas.

Por exemplo, uma das questões abordadas pela GDPR é o vazamento de dados de clientes. Só no Brasil, durante os últimos meses, vimos problemas do tipo em negócios como Netshoes, Buscapé, FMU, Movida etc. Agora, todas as empresas que se enquadrarem na GDPR serão obrigadas a informar, tanto o governo quanto a população, sobre o vazamento de dados e o que será feito — o que é ótimo: ter uma posição clara sobre o que aconteceu é benéfico para a empresa, diferente de esconder uma possível falha que pode ser corrigida.

Uma pesquisa realizada pela Commvault mostrou, em fevereiro de 2018, que apenas 12% das empresas pesquisadas estão prontas para serem regidas pela nova lei. Obviamente, essa porcentagem deve ter aumentado de lá para cá. Contudo, o cenário ainda é perigoso para a maioria das firmas.

O que é? Transparência e responsabilidade

É o que a GDPR cobra. Veja só: os dados privados são extremamente importantes — e, se você não acha, talvez seja a hora de pesquisar mais sobre o assunto. A importância é tal que a GDPR veio para ficar. Além disso, políticos de outros cantos do mundo já acenaram a necessidade de algo similar em seus próprios governos.

Então, vamos ver de maneira clara o que é a GDPR (vale notar que o regulamento possui mais de 300 páginas): uma legislação sobre como as empresas devem tratar os dados privados de clientes. E isso envolve ainda três pilares: transparência, gestão e governança.

 

O objetivo da GDPR é proteger todos os cidadãos da UE contra a violação de privacidade e dados num mundo cada vez mais voltado aos dados, muito diferente do momento em que a diretiva de 1995 foi estabelecida”, diz a União Europeia. “Embora os princípios-chave da privacidade de dados ainda se mantenham fiéis à diretiva anterior, muitas mudanças foram propostas para as políticas reguladoras”.

Ok, então vamos falar das multas: as companhias podem receber penalizações de até 4% sobre o valor do volume de negócios global anual ou 20 milhões de euros (R$ 81 milhões, em conversão direta). Esse valor será pago por empresas que não possuírem o consentimento suficiente de consumidores ao processo de dados ou ao pela violação dos conceitos principais da “Privacy by Design”.

 

Outras penalidades ficam nos 2% sobre o valor de negócios anual e serão aplicadas quando empresas não tiverem registros de dados em ordem, não notificarem sobre vazamentos ou não realizarem avaliação de impacto. E a GDPR serve tanto para companhias físicas quanto para empresas de nuvem.

Os três pilares da GDPR

O pessoal da CIPHER, empresa multinacional de cibersegurança, detalhou os três principais pontos do Regulamento Geral de Proteção de Dados da União Europeia. Acompanhe abaixo:

Em primeiro lugar, temos a governança de dados

  • Notificação de falhas: Qualquer falha relativa aos dados administrados por uma organização deve ser comunicada dentro de 72 horas a qualquer pessoa afetada e aos reguladores dos dados.
  • Privacidade no escopo: Com essa disposição, as empresas devem considerar a natureza da privacidade de dados no escopo de qualquer projeto.
  • Gerenciamento de fornecedores: Fornecedores terceiros também enfrentarão as regras GDPR. Toda instância que lide com os dados deve manter registros detalhados de qualquer atividade de processamento.

Em segundo, a gestão de dados, que diz respeito à forma como tratar das atividades de processamento

  • Exclusão de dados: A partir da GDPR, os europeus têm o direito de solicitar a exclusão de seus dados pessoais dos registros de uma determinada organização.
  • Processamento de dados: As organizações devem manter registros internos de todas as atividades de processamento de dados. As informações registradas precisarão incluir o nome e os detalhes da organização, os fins do processamento de dados, a descrição de categorias de indivíduos e dados pessoais, os destinatários, os detalhes das transferências de dados e os cronogramas de retenção de dados.
  • Transferências de dados: Sob a GDPR, as empresas serão proibidas de transferir dados para um país terceiro sem leis adequadas de proteção. A Comissão Europeia avalia os países com leis de proteção de dados “satisfatórias” e mantém uma lista de “países aprovados”.
  • Administrador de proteção de dados: Qualquer empresa que processa mais de 5 mil registros em um período de 12 meses precisa alocar um responsável pela gestão dos dados (DPO – Data Protection Officer). Um DPO pode atender a uma empresa ou um grupo de empresas e será responsável por monitorar a conformidade com as regras da GDPR e realizar avaliações de proteção de dados, bem como treinar pessoal em políticas globais.

O terceiro pilar é a transparência de dados

  • Consentimento: As organizações que processam dados pessoais devem comprovar que possuem autorização para usar aqueles dados. Qualquer pessoa tem o direito de suspender o seu consentimento a qualquer momento. Por isso, a empresa deve facilitar o processo.
  • Portabilidade de dados: Sob a GDPR, todo solicitante tem o direito obter uma cópia dos seus dados registrados por um provedor de serviços e mover, copiar ou transferir dados facilmente para um novo prestador sem obstáculos à usabilidade.
  • Políticas de privacidade: As empresas devem divulgar aos envolvidos informações caso seus dados sejam processados. Os direitos dos clientes devem ser facilmente interpretáveis e acessíveis.

E o Brasil?

O Brasil tem o Marco Civil e um par de leis que ajudam usuários no que toca a vazamentos de dados e abusos na internet. Vale notar que, por meio da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor, a Oi foi multada em R$ 3,5 milhões pela Velox por violar direitos à privacidade em 2014.

Uma Lei Geral de Proteção de Dados Pessoais deveria chegar ao Brasil em 2018. Contudo, com todo esse panorama político instável e focado em reformas e mais reformas, parece que a implementação será feita apenas no próximo ano.

“Uma lei geral de proteção de dados pessoais e a criação de uma autoridade de proteção de dados podem e devem ser capitalizadas politicamente. Talvez, assim, possamos virar a ‘chave’ do atraso regulatório do Brasil nessa agenda”, comentou Bruno Bioni, ao Jota.

Além de uma multa pesada, algo muito pior pode acontecer para a sua empresa: ter a imagem arranhada

Quem também comentou sobre o caso foi Alain Karioty, diretor regional da Netskope, ao Computer World: “O Brasil possui mais de 30 leis que, direta ou indiretamente, tratam do tema proteção de dados. Desde o Marco Civil da Internet e seu decreto regulamentador, que trazem regras rígidas e aplicáveis a todos os serviços de internet, com destaque para o Código de Defesa do Consumidor, Lei do Cadastro Positivo e a Lei do Sigilo Bancário. Nesse contexto, a adoção da GDPR trará um avanço significativo, embora também implique um maior investimento nos processos e tecnologias necessários para garantir a segurança desses dados, tanto aqueles que permanecem sob o perímetro de TI como aqueles que viajam através da nuvem”.

A dica final é a mesma tecla que batemos desde sempre: invista em cibersegurança. Dados pessoais são quase commodities atualmente, e você não quer perdê-los apenas porque deixou de contratar um pessoal qualificado. Além de uma multa pesada, algo muito pior pode acontecer para a sua empresa: ter a imagem arranhada.

Zuckerberg quebra o silêncio sobre escândalo de privacidade do Facebook

Zuckerberg quebra o silêncio sobre escândalo de privacidade do Facebook

Desde o último fim de semana, o Facebook está no centro de um escândalo de proporções inéditas. Uma empresa de marketing chamada Cambridge Analytica teve acesso indevido a dados de 50 milhões de usuários da rede social. O Facebook se pronunciou por meio de comunicados, mas seu líder, o CEO e fundador da empresa, Mark Zuckerberg, permaneceu em silêncio… até agora.

Em uma longa postagem no próprio Facebook, Zuckerberg comentou a polêmica e admitiu. “Nós cometemos erros, há mais o que podemos fazer e precisamos nos aprontar para fazê-lo”, escreveu o executivo. “Nós temos a responsabilidade de proteger os seus dados, e se não pudermos, então não merecemos te servir.”

Zuckerberg então narra a linha do tempo dos fatos sob o seu ponto de vista. Ele começa falando a respeito da “Plataforma”, um mecanismo criado para o Facebook em 2007 que permite que apps de terceiros tenham acesso aos dados do usuário e, em alguns casos, façam posts em seu nome, desde que com o devido consentimento.

Foi justamente essa plataforma que a Cambridge Analytica utilizou para roubar dados de 50 milhões de pessoas. Por meio de um app de teste de personalidade criado por um professor de psicologia chamado Aleksandr Kogan, a empresa teve acesso aos dados que, para o Facebook, estavam sendo coletados com objetivo acadêmico, mas que, na prática, estavam sendo usados em campanhas de marketing de políticos.

Em 2015, o Facebook descobriu o esquema por meio de uma reportagem do jornal britânico The Guardian. A rede social pediu que a Cambridge Analytica apagasse os dados coletados indevidamente. Mas o que se descobriu no começo desta semana é que os dados nunca foram apagados e que o Facebook sequer cobrou a empresa para saber se eles haviam sido mesmo apagados ou não.

Zuckerberg admite que foi isso o que aconteceu. “O que houve foi uma quebra de confiança entre Kogan, Cambridge Analytica e o Facebook. Mas também foi uma quebra de confiança entre o Facebook e as pessoas que compartilham dados conosco e esperam que nós os protejamos. Nós precisamos consertar isso”, afirmou o executivo.

Em seguida, Zuckerberg diz o que o Facebook pretende fazer a partir de agora. Além de ter expulsado a Cambridge Analytica da sua plataforma e mudado os limites de acesso de apps a dados pessoais de usuários, a rede social ainda vai “investigar todos os aplicativos que tiveram acesso a grandes quantidades de informações antes de termos mudado nossa plataforma”.

Além disso, Zuckerberg se compromete a “fazer uma auditoria completa de qualquer app com atividade suspeita”; “banir qualquer desenvolvedor da nossa plataforma que não concorde com uma auditoria completa”; e, se encontrar mais casos como o da Cambridge Analytica, o Facebook vai “baní-los e avisar a todas as pessoas que foram afetadas por esses apps”.

Em segundo lugar, o CEO diz que vai limitar ainda mais o volume de dados a que esses apps de terceiros podem ter acesso. “Por exemplo, vamos remover o acesso dos desenvolvedores aos seus dados se você não usa o app deles há três meses”, diz Zuckerberg. Ele afirma ainda que o Facebook vai exigir que os desenvolvedores assinem um contrato garantindo a proteção dos dados dos usuários.

O CEO diz ainda que vai limitar o número de informações a que esses apps de terceiros podem ter acesso. Agora, testes de personalidade como o que foi usado pela Cambridge Analytica só poderão acessar seu nome, foto de perfil e e-mail. Por fim, Zuckerberg promete colocar uma nova ferramenta no topo do feed de notícias para ajudar usuários a identificar apps ligados à sua conta e a apagar os que não quiser manter ativados.

“Eu comecei o Facebook, e, no fim das contas, eu sou responsável pelo que acontece na nossa plataforma”, conclui o executivo. “Nós vamos aprender com esta experiência a garantir ainda mais a segurança da nossa plataforma e a fazer nossa comunidade mais segura para todos de agora em diante.”

 

Olhar Digital

 

PF prende hackers suspeitos de desviar R$10 milhões de contas e lavar dinheiro até com moedas virtuais

PF prende hackers suspeitos de desviar R$10 milhões de contas e lavar dinheiro até com moedas virtuais

Grupo agia no Tocantins e em mais três estados. Investigações apontam que grupo mantinha alto padrão de vida e usava empresas de fachada para movimentar valores desviados.

eis pessoas foram presas e duas são consideradas foragidas numa operação feita pela Polícia Federal nesta quarta-feira (21) para combater crimes virtuais. A quadrilha de hackers teria desviado R$ 10 milhões e feito lavagem de dinheiro usando empresas de fachada e moedas virtuais. Segundo as investigações, o grupo usava programas para acessar os computadores das vítimas com o objetivo de fazer diversas transações bancárias.

Um dos alvos foi capturado na quadra 507 Sul, em Palmas. Ele é William Marciel Silva, suspeito de chefiar uma quadrilha de hackers que atua no Brasil e que mantinha conexões com criminosos cibernéticos do leste europeu. O G1 busca posicionamento da defesa de Silva.

A operação é realizada no Tocantins e em outros três estados: Pernambuco, São Paulo e Goiás. Mais de 100 policiais federais estão nas ruas e cumprem 43 mandados nos quatro estados, sendo sete de prisões preventivas, um de prisão temporária, 11 de intimações e 24 de busca e apreensão.

Conforme a PF, a quadrilha realizava pagamentos, transferências e compras pela internet, burlando os mecanismos de segurança dos bancos, e gerando prejuízos de R$ 10 milhões só nos últimos nove meses.

Polícia Federal realiza operçação contra hackers no Tocantins (Foto: Cassiano Rolim/TV Anhanguera)Polícia Federal realiza operçação contra hackers no Tocantins (Foto: Cassiano Rolim/TV Anhanguera)

Polícia Federal realiza operçação contra hackers no Tocantins (Foto: Cassiano Rolim/TV Anhanguera)

Os membros da organização, segundo a polícia, têm alto padrão de vida e se utilizam de diversas empresas de fachada para movimentar e ocultar os valores desviados, investindo grande parte em moedas virtuais como a bitcoin, para fazer lavagem de dinheiro.

A Justiça determinou a indisponibilidade de bens e o bloqueio das contas bancárias dos investigados e também de moedas virtuais.

Conforme a PF, estão sendo intimadas pessoas com participação nas fraudes, inclusive empresários que teriam procurado criminosos para obter vantagem competitiva no mercado e receber descontos de cerca de 50% para quitar impostos, pagar contas e fazer contas, através de pagamentos feitos pela quadrilha.

Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.

Mulher morre após ser atropelada por carro autônomo da Uber

Mulher morre após ser atropelada por carro autônomo da Uber

Uma mulher morreu após ser atingida por um carro autônomo da Uber nos Estados Unidos. O acidente fez a empresa interromper os testes com seus veículos autônomos.

Na cidade de Tempe, no estado do Arizona, nos Estados Unidos, a mulher que atravessava a rua foi atingida por um veículo da Uber que fazia testes pela região. Ela foi levada a um hospital da região mas não resistiu aos ferimentos, segundo o New York Times.

O veículo estava no modo autônomo no momento do acidente, de acordo com a polícia de Tempe, e um operador estava atrás do volante. As autoridades locais também dizem que a vítima atravessava a rua fora da faixa de pedestres.

É o primeiro caso registrado de acidente fatal envolvendo um carro autônomo. A Uber diz que está colaborando com as autoridades, e também confirmou que os testes foram suspensos não apenas em Tempe, mas também nas outras cidades em que eles estavam sendo realizados.

olhardigital.com.br

Golpe no WhatsApp atinge 300 mil pessoas com falso cupom para ovos de Páscoa

Golpe no WhatsApp atinge 300 mil pessoas com falso cupom para ovos de Páscoa

omo acontece com todos os grandes eventos brasileiros, a Páscoa já virou uma isca para o cibercrime. Desta vez, o alto preço dos ovos de chocolate que são parte fundamental da comemoração tem incentivado usuários do WhatsApp a clicar em uma falsa promoção que promete cupons de até R$ 800.

Segundo a empresa de segurança digital PSafe, o número de brasileiros atingidos pelo golpe impressiona. A empresa identificou em 24 horas, apenas entre os usuários de seu aplicativo de antivírus chamado DFNDR, 300 mil casos de acesso ao site da falsa promoção, que foram barrados pelo app.

Obviamente não existe cupom de desconto. Primeiro, a vítima é orientada a compartilhar o link para para vários amigos e grupos, garantindo que a página alcançará muitas pessoas. Além disso, ela é apresentada a uma série de perguntas simples sobre a Páscoa que servem como uma forma de convencê-la de que se trata de uma promoção real. É depois de apresentar essas questões que a parte maliciosa do golpe se desenvolve.

Se a vítima vai até o fim do questionário e tenta resgatar o voucher, o usuário autoriza o recebimento de notificações por meio do navegador, o que é um canal a mais para o cibercriminoso alcançar o usuário outras vezes, abrindo a porta para outras fraudes.

O objetivo final do golpe é, como sempre, lucrar em cima do usuário que não tem a malícia para perceber um golpe desse tipo. Entre as formas de monetizar um ataque como esses estão o cadastro do número de telefone em serviços de SMS pagos sem autorização, roubo de dados pessoais para revenda, ou até mesmo usar o cartão de crédito da vítima em benefício próprio.

 

Bombas nucleares: o jeito mais fácil de tornar Marte habitável

Bombas nucleares: o jeito mais fácil de tornar Marte habitável

 

A descoberta de água em Marte é recente, mas não foi necessária nem uma semana para começarmos a falar em agredir o planeta. A ideia de Elon Musk, fundador da empresa de viagens espaciais SpaceX e também conhecido como ‘o Tony Stark do Vale do Silício’ por ser um bilionário disposto a investir em projetos mirabolantes, é tornar Marte habitável fazendo uso de bombas nucleares.

A declaração foi dada no programa de TV americano “The Late Show”, com o apresentador Steven Colbert. Na ocasião, ele explicou que as bombas seriam o modo mais rápido de causar uma mudança climática que pudesse fazer o planeta vermelho se aproximar do clima que conhecemos na Terra.

 

Claro que a ideia de bombardear o planeta não pegou muito bem, mas ele tratou de se explicar em evento nesta sexta-feira, 2. Ele não quer explodir a superfície de Marte; ele apenas quer bombardear os céus dos polos marcianos regularmente com um intervalo de alguns segundos entre uma explosão e outra.

 

Segundo ele, a prática criaria dois pequenos sóis pulsantes sobre estas regiões. “As bombas ficariam sobre o planeta, não no planeta. Muitas pessoas não lembram que o nosso sol é uma grande fusão nuclear”, ele explicou.

Com este dois “sóis” nos polos marcianos, Musk diz que o planeta ficaria mais quente, transformando o dióxido de carbono congelado em gás. O CO2 é um gás estufa capaz de prender o calor na atmosfera, e, em tese, permitiria que Marte tivesse um clima mais próximo do terrestre, não tão gelado como hoje.

Elon Musk é obcecado com a ideia da colonização de Marte e sua empresa está perto de anunciar planos de alcançar o planeta vermelho em breve. Mas e quanto a esquentar o planeta? Ao ser questionado se seria realmente possível colocar em prática seu plano, ele nem pestanejou e respondou: “sim, absolutamente, sem problemas”.

 

OlharDIgital.com.br

5 truques do WhatsApp que você (provavelmente) não conhecia

5 truques do WhatsApp que você (provavelmente) não conhecia

 

O aplicativo de mensagens pessoais mais usado do mundo é cheio de recursos, mas nem todos os usuários conhecem grande parte deles. Para muitas pessoas, o app só serve para conversar com amigos e parentes por chats individuais ou em grupos, sem mais opções ou detalhes.

Ainda assim, o WhatsApp recebe novos recursos constantemente e muitos deles passam despercebidos por quem não está prestando atenção às mudanças sutis na interface do app. Selecionamos cinco coisas que o aplicativo pode fazer e que você talvez não saiba.

1 – Saiba quem leu a sua mensagem em um chat em grupo

Os já famosos “tiques” azuis, que entregam quando um contato leu sua mensagem, não são particularmente úteis em conversas de grupo. Afinal, num chat com mais de três pessoas, o tique azul só aparece quando sua mensagem já foi lida por todos os membros.

É possível descobrir quem, individualmente, já recebeu ou leu sua mensagem, e quem ainda não viu seu recado. Para isso, toque e mantenha pressionada a mensagem que você enviou até que mais opções surjam na tela. Toque então nos três pontos de mais opções e selecione “Dados”. Aí está o relatório da sua mensagem.

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2 – Esconda sua foto de perfil de estranhos

Quem nunca foi incluído em um grupo do WhatsApp sem conhecer boa parte dos membros? Isso certamente acontece com muitos usuários, mas é possível esconder algumas de suas informações pessoais para que esses “estranhos” não as vejam se você não quiser.

Para isso, abra a tela de Configurações e selecione “Conta”. Depois disso, acesse “Privacidade” e determine quem pode saber quando você esteve online, sua foto do perfil e sua frase de status: se qualquer um, apenas seus contatos ou ninguém.

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3 – Crie atalhos para conversas

É provável que, entre as dezenas ou centenas de contatos que você tem no WhatsApp, suas conversas mais frequentes sejam com apenas um ou dois grupos, até três ou quatro pessoas individualmente. É possível criar um atalho para esses chats, sem que você precise abrir o aplicativo toda vez que quiser falar com alguém em específico.

O caminho é relativamente simples. Na lista de conversas, pressione e segure o grupo ou contato que você quiser e, nos três pontos de opções no canto da tela, selecione “Adicionar atalho para conversa”. Agora, o ícone da sua conversa está disponível diretamente na tela de início do smartphone.

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4 – Mande uma mensagem para vários contatos ao mesmo tempo

Quer fazer um anúncio para vários de seus amigos ou parentes, mas não quer usar o Facebook ou criar um grupo só para isso? Há uma maneira mais eficiente de mandar a mesma mensagem, individualmente e em privado, para vários contatos, sem precisar copiar e colar diversas vezes.

Basta criar uma transmissão. Selecione os três pontos de mais opções no canto da tela e toque em “Nova transmissão”. Escolha quais dos seus contatos receberão a mensagem e escreva. Cada um deles receberá a sua mensagem individualmente, como se tivessem sido mandadas separadamente.

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5 – Acabe com o download automático de imagens

Grupos mais animados do WhatsApp geralmente são cheios de imagens e vídeos trocados entre os membros. Por padrão, o aplicativo baixa todos esses arquivos e entope seu smartphone com muita coisa inútil que você precisa apagar, manualmente, de tempos em tempos para liberar espaço.

Para evitar que o app faça o download automático de imagens e vídeos, vá até as Configurações do WhatsApp. Selecione “Uso de dados” e, sob a guia “Download automático”, determine o que o aplicativo pode fazer quando estiver em roaming, na rede móvel de internet ou no Wi-Fi: baixar imagens, áudio, vídeo, documentos, tudo ou nada.

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olhardigital

 

Veja quais são os estados com mais celulares bloqueados por roubo no Brasil

Veja quais são os estados com mais celulares bloqueados por roubo no Brasil

O celular roubado é uma praga dos tempos modernos, infelizmente. Essa é uma realidade do mundo inteiro diante da popularização do smartphone, mas em um país com problemas históricos de pobreza e criminalidade, o problema se agrava ainda mais.

Mas exatamente quão ruim é a situação? Um levantamento da Sinditelebrasil, o sindicato das empresas de telecomunicações brasileiras, ajuda a dar uma ideia, com base no número de IMEIs, códigos numéricos únicos associados a cada aparelho individual, incluídos no CEMI (Cadastro de Estações Móveis Impedidas). Os dados de fevereiro mostram quantos aparelhos foram remotamente bloqueados após serem roubados, furtados ou extraviados, tornando-se incapazes de se conectarem às redes móveis brasileiras.

Sem surpresas, o estado que registrou o maior número de bloqueios foi São Paulo, que tem a maior população brasileira, com 45,6 mil solicitações. Em seguida vêm Rio de Janeiro, com 18,8 mil pedidos, e Minas Gerais, com 7,9 mil pedidos.

Mais interessante, no entanto, é observar esses números em comparação com o tamanho da população de cada estado. O Olhar Digital comparou o número de aparelhos adicionados ao CEMI com o número de habitantes de cada estado segundo estatística do IBGE do ano passado.

Desta forma, o Rio de Janeiro tomou a liderança nacional em celulares bloqueados, com 11,25 aparelhos afetados para cada 10 mil habitantes ao longo de fevereiro. Em seguida vem São Paulo, 10,11 casos, e o Distrito Federal, com aproximadamente 10 casos para cada 10 mil habitantes durante o mês passado.

Veja na tabela abaixo o número absoluto de casos de aparelhos bloqueados e a proporção diante do número de habitantes de cada unidade da federação:

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